Postagens

Mostrando postagens de abril, 2026
  Café em cápsula de alumínio causa Alzheimer? LEANDRO FIORAVANTI 30 de abril de 2026 Compartilhar Descubra se o café em cápsula de alumínio realmente causa Alzheimer ou se é apenas um mito. Análise científica sobre o assunto. A resposta objetiva é:  não há evidência científica consistente de que café em cápsula de alumínio, como o modelo tipo Nespresso, cause Alzheimer ou represente risco neurológico relevante pela exposição ao alumínio. Essa preocupação aparece com frequência porque o alumínio já foi historicamente discutido como possível fator ambiental associado à doença de Alzheimer. Porém, quando olhamos especificamente para o café de cápsula, a evidência disponível não sustenta esse medo. O ponto principal é simples:  o café preparado em cápsulas de alumínio não apresenta concentração de alumínio significativamente maior do que cafés preparados por outros métodos. O estudo mais direto sobre o tema Um estudo publicado em 2020 na revista  ACS Omega , chamado...
  Café e coração: por que o café não deve mais ser tratado como vilão cardiovascular LEANDRO FIORAVANTI 30 de abril de 2026 Compartilhar Descubra por que o café não é mais considerado um vilão para a saúde cardiovascular. Entenda os benefícios e as evidências atuais sobre seu consumo. Durante muitos anos, o café foi colocado no banco dos réus da cardiologia. Pacientes com hipertensão, arritmias, palpitações ou fibrilação atrial frequentemente ouviam a mesma recomendação automática: “melhor cortar o café”. Mas a evidência científica acumulada mudou essa conversa. Hoje, a mensagem mais equilibrada é outra:  para a maioria dos pacientes, o consumo moderado de café não aumenta o risco cardiovascular e pode estar associado a benefícios importantes . Isso não significa que café seja tratamento médico, nem que todo paciente deva aumentar o consumo. Significa que a restrição indiscriminada, sem individualização, perdeu força científica. O café é mais do que cafeína Quando se fala em c...
Meu Currículo: Dr. Leandro Fioravanti Figueiredo CRM/MG 53102 • CRM/SP 247039 RQE Nº: 35112 • 37080 • 65096 Títulos AMB Nº: 144415 • 157859 • 245309 Médico | Cardiologista | Cirurgião Vascular | Cardiometabolismo | Médico e Jurista   Belo Horizonte/MG • Varginha/MG  • São Paulo/SP FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduação em Medicina Faculdade de Medicina de Itajubá Conclusão: 2010 TÍTULOS DE ESPECIALISTA (AMB) Cardiologia – Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC/AMB) – 2024  Cirurgia Vascular – SBACV/AMB – 2016  Cirurgia Geral – Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC/AMB) – 2015 RESIDÊNCIAS MÉDICAS  Cirurgia Geral – Hospital Belo Horizonte – 2013  Angiologia e Cirurgia Vascular – Hospital Belo Horizonte / FELUMA – 2015 PÓS-GRADUAÇÕES MÉDICAS Endocrinologia e Metabolismo Estudos em Endocrinologia – 1100h – Conclusão: 29/04/2024  Nutrição Clínica – 400h – 2023  Medicina do Esporte – 580h – 2023 Áreas Clínicas e Sistêmicas Dor e Inflamação – 660h – 2023  H...
  A revolução das incretinas: a nova endocrinologia da obesidade Durante muitos anos, o tratamento medicamentoso da obesidade foi limitado, irregular e, muitas vezes, frustrante. A maior parte das estratégias dependia quase exclusivamente de dieta, exercício físico e medicamentos com eficácia modesta ou baixa tolerabilidade. Esse cenário mudou de forma profunda com os agonistas de GLP-1, depois com a tirzepatida, e agora com a chegada das novas moléculas orais. A obesidade passou a ser tratada como uma doença crônica, progressiva, recidivante e cardiometabólica. O raciocínio moderno não é mais apenas “perder peso”, mas reduzir gordura visceral, melhorar resistência insulínica, proteger fígado, rim e coração, preservar massa muscular e diminuir risco futuro de diabetes, hipertensão, dislipidemia, esteatose hepática, apneia do sono e insuficiência cardíaca. O centro da revolução: GLP-1, GIP e a medicina metabólica O GLP-1 é um hormônio incretínico envolvido na regulação da gl...